A abstenção no segundo turno das eleições presidenciais caiu para 19,21%, o equivalente a 30 milhões de eleitores, neste domingo (25/10). O percentual ficou abaixo dos 21,08% registrados no primeiro turno, quando 33,4 milhões de brasileiros não compareceram às urnas.Com 99,98% das urnas apuradas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reelegeu com mais de 64 milhões de votos, equivalente a 51,78% do total, contra 59,8 milhões de Flávio Bolsonaro (PL), com 48,22%.Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 128.210.227 brasileiros compareceram às urnas, enquanto 30.500.963 deixaram de votar. A diferença em relação à primeira etapa foi de menos 3 milhões de eleitores.A redução contraria o histórico recente das eleições presidenciais.Como mostrou o Metrópoles, a abstenção aumentou no segundo turno em três das quatro disputas realizadas entre 2010 e 2022. A exceção foi a última eleição, quando o percentual recuou de 20,95% para 20,59%. Leia também Distrito FederalCelina Leão é a primeira mulher eleita governadora do DF BrasilCom virada no 2º turno, Vicentinho Júnior é eleito governador do Tocantins São PauloMesária denuncia TRE por determinar fechamento mesmo ciente de ordem do STF Minas GeraisMesária de BH relata falta de orientação oficial sobre horário de votação Histórico de abstençãoSaiba os números:2º turno de 2026: 19,21% de abstenção, com 30,5 milhões de ausentes;1º turno de 2026: 21,08%, com 33,4 milhões de ausentes;2º turno de 2022: 20,59%, com 32,2 milhões de ausentes;1º turno de 2022: 20,95%, com 32,8 milhões de ausentes.A abstenção do primeiro turno deste ano havia sido a maior em uma eleição presidencial em 28 anos. O índice também chamou a atenção pela diferença entre Flávio e Lula, de aproximadamente 2,2 milhões de votos, enquanto mais de 33 milhões de eleitores deixaram de comparecer.










